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O TBT KBB de hoje conta a história do simpático Volkswagen Bora no Brasil

O Volkswagen Bora chegou ao Brasil em dezembro de 2000 como modelo 2001, importado do México, onde era fabricado na planta de Puebla. Foi oferecido em duas versões, sempre com motor 2.0 a gasolina de 116 cv, com opção de câmbio automático inicialmente. O modelo tem como base a plataforma PQ34, a mesma do Golf IV, conhecido no Brasil por sua robustez e boa dirigibilidade.

Lançado globalmente em 1999 como a versão sedã do Golf IV, o Bora chegou ao mercado brasileiro no ano seguinte, posicionado como uma opção intermediária entre o Santana e os modelos mais sofisticados da marca, como o Jetta e o Passat. A nomenclatura do carro variava conforme o país: no México, o que aqui conhecemos como Bora era chamado de Jetta, enquanto o Jetta que chegava ao Brasil era chamado de Bora por lá.

Com o passar dos anos, o Bora recebeu algumas evoluções. Em 2002, passou a ser comercializado em uma versão mais completa, com itens como airbag duplo e ar-condicionado digital. Em 2005, recebeu leves mudanças visuais, como cromados e lentes brancas nas setas, além de mais itens de série. Já em 2007, ocorreu uma reestilização de maior impacto, com grade e faróis redesenhados, além da adoção do câmbio automático Tiptronic de seis marchas. Em 2009, o motor passou a ser flex, entregando até 120 cv com etanol. No entanto, a importação para o Brasil foi descontinuada no final de 2010, embora o modelo tenha continuado a ser produzido no México e comercializado em outros países.

Durante seu período de comercialização no Brasil, foram emplacadas cerca de 18 mil unidades. Embora os números não tenham sido expressivos em comparação a concorrentes japoneses, como Honda Civic e Toyota Corolla, o Bora conquistou entusiastas que valorizavam sua robustez e desempenho. Compartilhava com o Golf a esportividade e a boa dirigibilidade, mas oferecia um porta-malas 38% maior.

O modelo também fazia parte de uma estratégia da Volkswagen para equilibrar a balança comercial entre Brasil e México, com a importação do Bora e a exportação do Golf e do Polo. Apesar de suas qualidades, o preço elevado foi um obstáculo para alcançar maior sucesso frente aos concorrentes diretos.

Tecnicamente, o Bora manteve o motor 2.0 a gasolina de 116 cv entre 2000 e 2008, passando a flex em 2009, com 120 cv no etanol. Sempre baseado na plataforma PQ34, reconhecida pela robustez, consolidou-se como uma opção de sedã médio para quem buscava confiabilidade mecânica e o DNA alemão em um mercado dominado por japoneses.

Mesmo após sua saída do mercado brasileiro, o Volkswagen Bora deixou seu legado. É lembrado até hoje por entusiastas pela robustez, dirigibilidade e confiabilidade mecânica herdada do Golf IV, consolidando-se como um modelo diferenciado dentro da história da Volkswagen no Brasil, ainda que menos popular e um tanto “esquecido” diante de outros modelos da marca.

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